domingo, 4 de julho de 2010

Depressão - Sintomas e causas

Quais são os sinais e sintomas de depressão

Pessoas com depressão não experimentam todas os mesmos sintomas. A gravidade, freqüência e duração dos sintomas variam de acordo com o indivíduo e sua doença depressiva em particular.

Os sintomas de depressão incluem:

* Tristeza persistente, ansiedade e sentimento de “vazio”.
* Pessimismo e falta de esperança.
* Sentimento de culpa, inutilidade e desamparo.
* Falta de interesse em atividades que antes eram prazerosas, incluindo sexo.
* Fadiga e falta de energia.
* Dificuldade de concentração, de lembrar detalhes, e de tomar decisões.
* Insônia ou sono excessivo.
* Comer demais ou ter falta de apetite.
* Pensamentos suicidas, e tentativas de suicídio.
* Dores persistentes, dor de cabeça, cólicas ou problemas digestivos que não melhoram com tratamento.

Causas de depressão


Não há uma causa única para depressão. Ao invés disso, a depressão é resultado de várias causas com combinação de fatores genéticos, bioquímicos, ambientais e psicológicos.
Pesquisas indicam que doenças depressivas são transtornos cerebrais. Tecnologias de imagem do cérebro, como ressonância magnética, têm mostrado que o cérebro da pessoa com depressão parece diferente. As partes do cérebro responsáveis por regular o humor, pensamento, apetite e comportamento parecem funcionar anormalmente. Adicionalmente, importantes neurotransmissores (químicos que as células cerebrais usam para se comunicar) parecem desequilibrados. Porém, as imagens não revelam as causas da depressão.
Alguns tipos de depressão tendem a ocorrer em membros da mesma família, sugerindo relação genética. Porém, depressão também pode ocorrer em pessoas sem histórico familiar de transtornos depressivos. Pesquisas genéticas indicam que o risco de depressão resulta de influência de múltiplos genes agindo em conjunto com o ambiente ou outros fatores.
Adicionalmente, trauma, perda de pessoa querida, dificuldade de relacionamento, ou situação estressante podem engatilhar episódio de depressão. Episódios subseqüentes de depressão podem ocorrer com ou sem o gatilho.

sábado, 3 de julho de 2010

Falta de sono e pressão alta

Indivíduos com mais de 30 anos que dormem menos de cinco horas por dia correm mais risco de desenvolver pressão alta. A afirmação é de um estudo desenvolvido nos Estados Unidos.
O sono faz com que o coração desacelere e a pressão sangüínea caia durante uma parte significativa do dia”, disse o pesquisador principal do estudo, James Gangwisch.
Pessoas que dormem apenas em períodos curtos têm aumentada a média diária tanto da pressão do sangue quando da freqüência cardíaca, o que pode fazer com que o sistema cardiovascular funcione em uma pressão elevada.
Segundo Gangwisch, 24% dos indivíduos examinados com 32 a 59 anos, que dormiam menos de cinco horas por dia, desenvolveram hipertensão. Entre os que dormiam sete ou oito horas, o índice caiu para 12%. Aqueles com poucas horas de sono mostraram-se também mais propensos a apresentar hipertensão, descontados fatores como obesidade, diabetes, fumo e consumo de bebidas alcoólicas.
Outra constatação foi que quem dormia menos fazia menos exercícios e apresentava maior índice de massa corpórea. Também tinha maior propensão de ter problemas como depressão e sono durante o dia.
Embora tenham verificado a relação entre privação do sono e pressão alta em pessoas de meia-idade, os pesquisadores não constataram o mesmo na faixa acima dos 60 anos. Segundo Gangwisch, a diferença pode ser explicada porque indivíduos idosos naturalmente dormem menos e não costumam ter o mesmo ritmo de trabalho e estresse dos mais novos.
Como o estudo foi baseado em dados estatísticos, Gangwisch afirma que mais pesquisas são necessárias para comprovar a associação entre falta de sono e pressão alta. Ainda assim, para o pesquisador o trabalho deixa como resultado uma mensagem clara. “Uma boa noite de sono é muito importante para a boa saúde”, disse.

BELEZA FEMININA: Cuidados com seu cabelo

Saiba todos os cuidados para ter cabelos bonitos:


• Se seus cabelos estão ressecados e sem brilho: Seja qual for a causa (tintura, sol, cloro, estresse), use produtos que contenham vitaminas B5 e C, e faça banhos de creme e hidratação regularmente
• Se seus cabelos têm pontas duplas: Utilize fórmulas com vitaminas B5 e C e use regularmente reparador de pontas. Não se esqueça também de cortar as pontas a cada dois meses. Isso é essencial.
• Se seus fios estão quebradiços: para dar mais flexibilidade e resistência, aplique cosméticos com vitaminas C e E. E faça hidratação a cada quinze dias, se possível num salão de cabeleireiros.
• Se você é fã incondicional de tintura, alisamento ou permanente, não deixe de usar fórmulas que contenham vitaminas B5, C e E. Esses tipos de cabelos exigem cuidados redobrados. Banhos de creme e hidratação devem ser feitos com maior freqüência, assim como deverão ser usados shampoos e condicionadores específicos.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

CONSELHOS COMPORTAMENTAIS PARA UM MELHOR FIM DE SEMANA

Nesse fim de semana procure agir com sabedoria, mas lembre-se que não há lugar para a sabedoria onde não há paciência.
Saiba o que tolerar e não tire conclusões precipitadas. Não traia a confiança daqueles que te querem o melhor. Curta os amigos mas jamais confie 100% náqueles que você não conhece bem. Saiba que seus segredos só estarão seguros enquanto estiverem apenas com você mesmo. Não ensine tudo que sabe, não diga tudo que ouve e não creia em tudo que lhe dizem. Saiba tirar suas próprias conlusões. Viva suas próprias experiências e faça sua história. Por fim não pense que conquistará o mundo se antes não tiver conquistado a sí mesmo.
Meu desejo é que você saiba fazer suas escolhas.
Tenha um maravilhoso fim de semana e que nessa sexta-feira o Brasil vença mais um jogo rumo ao Hexa rssrsr.

Com carinho especial: Josy Psicanalista.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

INSÔNIA

O que é Insônia?
Insônia não é definida pela quantidade de horas que uma pessoa dorme ou quanto tempo leva para cair no sono. Indivíduos geralmente variam em suas necessidades de sono. Insônia pode causar problemas durante o dia como cansaço, falta de energia, dificuldade de concentração e irritabilidade.
Insônia pode ser classificada como transiente (curto-prazo), intermitente (vem e vai), e crônica (constante). Insônia que dura desde uma noite até algumas semanas é classificada como transiente. Caso os episódios de insônia transiente ocorram de tempos em tempos, classifica-se como intermitente. A insônia é considerada crônica se ocorre na maioria das noites e dura mais de um mês.

Há varias causas de insônia, sendo que a transiente e intermitente geralmente ocorrem em pessoas que estão temporariamente vivenciando uma ou mais das situações abaixo:
• Estresse.
• Ambiente barulhento.
• Mudanças no ambiente ao redor.
• Problemas no horário de dormir/acordar como aqueles decorrentes de "jet lag".
• Efeitos colaterais de medicamentos.

Quem sofre de insônia?
Insônia ocorre em homens e mulheres de todas as idades, porém parece ser mais comum no sexo feminino (especialmente depois da menopausa) e em idosos. A capacidade de dormir, e não a necessidade de sono, parece diminuir com a idade.

Como a insônia é diagnosticada?
Pacientes com insônia são avaliados com a ajuda dos históricos médico e de sono. O histórico de sono pode ser obtido com um diário preenchido pelo paciente ou por entrevista com o parceiro de cama com relação à sua quantidade e qualidade de sono. Investigações especializadas do sono pode ser recomendadas, porém somente se houver suspeita de que o paciente possa ter desordens de sono primárias como narcolepsia ou apnéia do sono.

Como é o tratamento de insônia?

Insônia transiente e intermitente podem não requerer tratamento, uma vez que os episódios duram apenas alguns dias. Por exemplo, se a insônia for decorrente de mudanças de horários como conseqüência de "jet lag", o relógio biológico da pessoa geralmente voltará ao normal por si mesmo. Porém, para algumas pessoas que vivenciam sonolência durante o dia e têm performance afetada como resultado de insônia transiente, a utilização de comprimidos para dormir de curta ação pode melhorar o sono e atenção no dia seguinte. Como todos os medicamentos, há efeitos colaterais potenciais. O uso de remédios para insônia sem prescrição médica não é recomendado.


Tratamento para insônia crônica consiste de:
• Primeiro, diagnosticar e tratar problemas médicos ou psicológicos que possam estar ocasionando a insônia.
• Identificar comportamentos que podem piorar a insônia e interrompê-los ou reduzi-los.
• Possível uso de remédios para dormir, embora a utilização a longo prazo seja controversa. Um paciente usando qualquer remédio para dormir deve estar sob a supervisão de um médico que avaliará de perto a eficiência e minimizará os efeitos colaterais. Em geral, esses medicamentos são prescritos na dose mínima e no menor período de tempo necessário para aliviar os sintomas relacionados à falta de sono. Para alguns desses remédios, a dose deve ser gradualmente diminuída, uma vez que uma parada abrupta poderia ocasionar a volta da insônia por uma noite ou duas.
• Experimentar técnicas comportamentais para melhorar o sono, como terapia de relaxamento, terapia de restrição de sono e recondicionamento.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

TRANSTORNO OBSESSIVO - COMPULSIVO (TOC):

O Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) está entre os transtornos mentais mais freqüentes, atingindo cerca de 2,5% da população. No TOC, uma pessoa é aprisionada por um padrão de pensamentos e comportamentos repetitivos, sem sentido, desagradáveis e extremamente difíceis de evitar.
Esses pensamentos podem produzir ansiedade, o que faz com que seu portadores recorram a compulsões, como por exemplo, lavar as mãos, contar, arrumar objetos interminavelmente buscando simetria, que realizados, produzem alívio temporário. Em geral, o TOC é uma doença crônica, que quando se agrava toma proporções altas, comprometendo as atividades dos portadores em casa, na escola ou no trabalho.
As preocupações que tornam o foco de um pensamento obsessivo estão intimamente relacionadas com a cultura na qual a pessoa vive. Dadas algumas determinações de nossa cultura, os principais temas que povoam as obsessões estão relacionados com as preocupações do mundo contemporâneo. Algumas pessoas têm medo de perder o ente querido, outras, medo de contaminar-se via contato com pessoas, agulhas, objetos utilizados por outras pessoas, sangue; outros mantêm rituais para que algo não aconteça com ele ou a um ente querido (exemplo: se eu não der 7 pulos toda manhã, após sair da minha cama, minha mãe pode morrer). Conforme decorremos pelos diferentes ambientes (empresas, escolas, parques, cinemas, entre outros), encontramos diferentes tipos de problemáticas que podem afetar um portador deste transtorno. A violência diária pode ser um grande desencadeador dos sintomas do TOC. Frente a assaltos, ou relatos de pessoas que foram assaltadas, algumas pessoas passam a desenvolver rituais de “checagem”, dentre eles, podemos citar: verificar portas, trancas, janelas, cadeados e correntes mais de uma vez, frente a uma “insegurança” obsessiva que empareia-se ao pensamento dos indivíduos. embora na maioria das vezes o TOC envolva o medo de que algo ruim aconteça, alguns dos rituais compulsivos não ocorrem por esta razão. A necessidade de arrumar e ordenar nem sempre envolve o medo de que algo de ruim aconteça; pode ocorrer, por exemplo, quando nos deparamos com uma pessoa que fica desconfortável frente à desorganização, bagunça, objetos fora do lugar, números ímpares, necessidades de colecionar coisas, jornais e revistas, recortes, papéis, e quando nós (médicos, psicólogos, amigos...) perguntamos por que esta pessoa faz isso, ela provavelmente não nos saberá responder, outras respondem apenas que um dia podem precisar. Podemos observar que a característica em comum, inicialmente, é que, em todas elas ao realizar um ritual ou uma compulsão, a pessoa sente um alívio temporário de seu mal-estar, seja por que a compulsão retirou a situação desconfortável ou ameaça presente, seja por que neutralizou algo de ruim que foi provocado pela obsessão. A atenção para este aspecto, é que esse “alívio” é rompido por uma nova obsessão, gerando um interminável “sobe e desce” de ansiedade e desconforto.

Contribuições da terapia comportamental ao tratamento do TOC
A terapia analítico-comportamental associada à farmacoterapia são consideradas hoje as primeiras opções de tratamento ao TOC. Felizmente, na maioria das vezes essa associação terapia-farmacologia consegue atenuar ou eliminar completamente os sintomas obsessivos–compulsivos.

CODIGO DE ETICA DO PSICANALISTA, DEVER DO ANALISTA E DIREITO DO PACIENTE

Sigilo Profissional:

Art. 6o. - O Psicanalista está obrigado a guardar sigilo profissional, nos seguintes termos:
1- O sigilo profissional terá caráter absoluto dento das atividades profissionais;
2- O Psicanalista não pode divulgar, em particular ou em público, quaisquer informes que tenham origem nas palavras dos pacientes, mesmo que estes tenham dito que os mesmos não eram segredáveis.
3- O Psicanalista não pode informar a outro profissional, mesmo que seja Psicanalista, sobre qualquer referência a respeito de paciente e de seu estado de saúde, sem que haja autorização por escrito do mesmo.
4- O Psicanalista não pode fazer menção do nome de seus pacientes, mesmo quando apresentando casos clínicos, ainda que os pacientes autorizem;
5- Sempre que o Psicanalista apresentar um caso clínico em alguma atividade acadêmica (palestra, aula, conferência, congresso, etc.) o fará sob pseudônimo.
6- O Psicanalista não pode apresentar, mesmo sob pseudônimo, um caso clínico de alguém presente à palestra ou conferência, ressalvando o fato de o paciente o ter autorizado, por escrito;
7- O Psicanalista não pode identificar o paciente ou ex-paciente, como tal, diante de terceiros;
8- O Psicanalista está proibido de comentar sobre pacientes, mesmo com pessoas de sua intimidade, como esposa, filhos, etc.
9- O Psicanalista não pode comentar casos de pacientes com outros pacientes mesmo com a intenção de encorajá-los, pois isto tanto foge da técnica quanto amedronta o paciente;
10- O Psicanalista se tiver por costumes fazer anotações das sessões, está obrigado a ter cuidado absoluto garantindo que ninguém delas tome conhecimento, sendo de bom alvitre que anote sob certas condições ou adote pseudônimos para os pacientes (na ficha);
11- O Psicanalista tem o dever de comunicar ao seu respectivo Conselho toda e qualquer informação sobre colegas de sua Sociedade que esteja infringindo quaisquer princípios éticos ou se conduzindo aleivosamente;
12- Em caso de solicitação policial ou judicial na qual a autoridade peça informação sobre alguma fala ou fato conhecido de qualquer paciente, vivo ou morto, o Psicanalista só poderá informar, após a consulta a sua Sociedade e ao paciente, se vivo, e mesmo assim se tal informação trouxer benefício para o paciente ou sua família;
13- Em caso de pressão da autoridade para que seja revelado algum conteúdo que não venha a beneficiar ao paciente ou sua família, o Psicanalista terá que silenciar em nome da ética.

Direitos Profissionais:
Art. 8o. - São direitos do Psicanalista:
1- Recusar pacientes com patologia estrutural;
2- Recusar paciente não analisável;
3- Recusar paciente com patologia neurológica que inviabilize o tratamento psicanalítico;
4- Recusar conduzir qualquer processo de psicanálise, mesmo os não enquadrados nos itens anteriores ou que não firam leis ou normas desta Sociedade, mas que estão em desacordo com a sua consciência;
5- Recusar paciente que lhe esteja vinculado por laços de amizade ou parentesco;
6- À luz do contrato analítico, cobrar e receber remuneração justa pelos seus próprios serviços, sempre dentro da ética profissional;
7- Não fornecer, quando for o caso, o seu endereço e o seu telefone particular.

VII- Direitos do Paciente:

Art. 9º - São direitos do paciente:
1 – Direito de desconfiar do Psicanalista;
2 - Direito de escolher livremente o seu Psicanalista;
3 – Direito de em qualquer tempo, de modo unilateral, encerrar o tratamento;
4 - Direito de encerrar livremente, a resistência;
5 – Direito de exigir o cumprimento do contrato analítico, no que lhe diz respeito, na integra;
6 – Direito de não aceitar mudanças de horários, ao capricho do Psicanalista;
7 – Direito de falar ou de ficar calado no tempo que lhe pertence
8 – Direito de recibo pelos honorários honrados