segunda-feira, 28 de junho de 2010

INSÔNIA

O que é Insônia?
Insônia não é definida pela quantidade de horas que uma pessoa dorme ou quanto tempo leva para cair no sono. Indivíduos geralmente variam em suas necessidades de sono. Insônia pode causar problemas durante o dia como cansaço, falta de energia, dificuldade de concentração e irritabilidade.
Insônia pode ser classificada como transiente (curto-prazo), intermitente (vem e vai), e crônica (constante). Insônia que dura desde uma noite até algumas semanas é classificada como transiente. Caso os episódios de insônia transiente ocorram de tempos em tempos, classifica-se como intermitente. A insônia é considerada crônica se ocorre na maioria das noites e dura mais de um mês.

Há varias causas de insônia, sendo que a transiente e intermitente geralmente ocorrem em pessoas que estão temporariamente vivenciando uma ou mais das situações abaixo:
• Estresse.
• Ambiente barulhento.
• Mudanças no ambiente ao redor.
• Problemas no horário de dormir/acordar como aqueles decorrentes de "jet lag".
• Efeitos colaterais de medicamentos.

Quem sofre de insônia?
Insônia ocorre em homens e mulheres de todas as idades, porém parece ser mais comum no sexo feminino (especialmente depois da menopausa) e em idosos. A capacidade de dormir, e não a necessidade de sono, parece diminuir com a idade.

Como a insônia é diagnosticada?
Pacientes com insônia são avaliados com a ajuda dos históricos médico e de sono. O histórico de sono pode ser obtido com um diário preenchido pelo paciente ou por entrevista com o parceiro de cama com relação à sua quantidade e qualidade de sono. Investigações especializadas do sono pode ser recomendadas, porém somente se houver suspeita de que o paciente possa ter desordens de sono primárias como narcolepsia ou apnéia do sono.

Como é o tratamento de insônia?

Insônia transiente e intermitente podem não requerer tratamento, uma vez que os episódios duram apenas alguns dias. Por exemplo, se a insônia for decorrente de mudanças de horários como conseqüência de "jet lag", o relógio biológico da pessoa geralmente voltará ao normal por si mesmo. Porém, para algumas pessoas que vivenciam sonolência durante o dia e têm performance afetada como resultado de insônia transiente, a utilização de comprimidos para dormir de curta ação pode melhorar o sono e atenção no dia seguinte. Como todos os medicamentos, há efeitos colaterais potenciais. O uso de remédios para insônia sem prescrição médica não é recomendado.


Tratamento para insônia crônica consiste de:
• Primeiro, diagnosticar e tratar problemas médicos ou psicológicos que possam estar ocasionando a insônia.
• Identificar comportamentos que podem piorar a insônia e interrompê-los ou reduzi-los.
• Possível uso de remédios para dormir, embora a utilização a longo prazo seja controversa. Um paciente usando qualquer remédio para dormir deve estar sob a supervisão de um médico que avaliará de perto a eficiência e minimizará os efeitos colaterais. Em geral, esses medicamentos são prescritos na dose mínima e no menor período de tempo necessário para aliviar os sintomas relacionados à falta de sono. Para alguns desses remédios, a dose deve ser gradualmente diminuída, uma vez que uma parada abrupta poderia ocasionar a volta da insônia por uma noite ou duas.
• Experimentar técnicas comportamentais para melhorar o sono, como terapia de relaxamento, terapia de restrição de sono e recondicionamento.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

TRANSTORNO OBSESSIVO - COMPULSIVO (TOC):

O Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) está entre os transtornos mentais mais freqüentes, atingindo cerca de 2,5% da população. No TOC, uma pessoa é aprisionada por um padrão de pensamentos e comportamentos repetitivos, sem sentido, desagradáveis e extremamente difíceis de evitar.
Esses pensamentos podem produzir ansiedade, o que faz com que seu portadores recorram a compulsões, como por exemplo, lavar as mãos, contar, arrumar objetos interminavelmente buscando simetria, que realizados, produzem alívio temporário. Em geral, o TOC é uma doença crônica, que quando se agrava toma proporções altas, comprometendo as atividades dos portadores em casa, na escola ou no trabalho.
As preocupações que tornam o foco de um pensamento obsessivo estão intimamente relacionadas com a cultura na qual a pessoa vive. Dadas algumas determinações de nossa cultura, os principais temas que povoam as obsessões estão relacionados com as preocupações do mundo contemporâneo. Algumas pessoas têm medo de perder o ente querido, outras, medo de contaminar-se via contato com pessoas, agulhas, objetos utilizados por outras pessoas, sangue; outros mantêm rituais para que algo não aconteça com ele ou a um ente querido (exemplo: se eu não der 7 pulos toda manhã, após sair da minha cama, minha mãe pode morrer). Conforme decorremos pelos diferentes ambientes (empresas, escolas, parques, cinemas, entre outros), encontramos diferentes tipos de problemáticas que podem afetar um portador deste transtorno. A violência diária pode ser um grande desencadeador dos sintomas do TOC. Frente a assaltos, ou relatos de pessoas que foram assaltadas, algumas pessoas passam a desenvolver rituais de “checagem”, dentre eles, podemos citar: verificar portas, trancas, janelas, cadeados e correntes mais de uma vez, frente a uma “insegurança” obsessiva que empareia-se ao pensamento dos indivíduos. embora na maioria das vezes o TOC envolva o medo de que algo ruim aconteça, alguns dos rituais compulsivos não ocorrem por esta razão. A necessidade de arrumar e ordenar nem sempre envolve o medo de que algo de ruim aconteça; pode ocorrer, por exemplo, quando nos deparamos com uma pessoa que fica desconfortável frente à desorganização, bagunça, objetos fora do lugar, números ímpares, necessidades de colecionar coisas, jornais e revistas, recortes, papéis, e quando nós (médicos, psicólogos, amigos...) perguntamos por que esta pessoa faz isso, ela provavelmente não nos saberá responder, outras respondem apenas que um dia podem precisar. Podemos observar que a característica em comum, inicialmente, é que, em todas elas ao realizar um ritual ou uma compulsão, a pessoa sente um alívio temporário de seu mal-estar, seja por que a compulsão retirou a situação desconfortável ou ameaça presente, seja por que neutralizou algo de ruim que foi provocado pela obsessão. A atenção para este aspecto, é que esse “alívio” é rompido por uma nova obsessão, gerando um interminável “sobe e desce” de ansiedade e desconforto.

Contribuições da terapia comportamental ao tratamento do TOC
A terapia analítico-comportamental associada à farmacoterapia são consideradas hoje as primeiras opções de tratamento ao TOC. Felizmente, na maioria das vezes essa associação terapia-farmacologia consegue atenuar ou eliminar completamente os sintomas obsessivos–compulsivos.

CODIGO DE ETICA DO PSICANALISTA, DEVER DO ANALISTA E DIREITO DO PACIENTE

Sigilo Profissional:

Art. 6o. - O Psicanalista está obrigado a guardar sigilo profissional, nos seguintes termos:
1- O sigilo profissional terá caráter absoluto dento das atividades profissionais;
2- O Psicanalista não pode divulgar, em particular ou em público, quaisquer informes que tenham origem nas palavras dos pacientes, mesmo que estes tenham dito que os mesmos não eram segredáveis.
3- O Psicanalista não pode informar a outro profissional, mesmo que seja Psicanalista, sobre qualquer referência a respeito de paciente e de seu estado de saúde, sem que haja autorização por escrito do mesmo.
4- O Psicanalista não pode fazer menção do nome de seus pacientes, mesmo quando apresentando casos clínicos, ainda que os pacientes autorizem;
5- Sempre que o Psicanalista apresentar um caso clínico em alguma atividade acadêmica (palestra, aula, conferência, congresso, etc.) o fará sob pseudônimo.
6- O Psicanalista não pode apresentar, mesmo sob pseudônimo, um caso clínico de alguém presente à palestra ou conferência, ressalvando o fato de o paciente o ter autorizado, por escrito;
7- O Psicanalista não pode identificar o paciente ou ex-paciente, como tal, diante de terceiros;
8- O Psicanalista está proibido de comentar sobre pacientes, mesmo com pessoas de sua intimidade, como esposa, filhos, etc.
9- O Psicanalista não pode comentar casos de pacientes com outros pacientes mesmo com a intenção de encorajá-los, pois isto tanto foge da técnica quanto amedronta o paciente;
10- O Psicanalista se tiver por costumes fazer anotações das sessões, está obrigado a ter cuidado absoluto garantindo que ninguém delas tome conhecimento, sendo de bom alvitre que anote sob certas condições ou adote pseudônimos para os pacientes (na ficha);
11- O Psicanalista tem o dever de comunicar ao seu respectivo Conselho toda e qualquer informação sobre colegas de sua Sociedade que esteja infringindo quaisquer princípios éticos ou se conduzindo aleivosamente;
12- Em caso de solicitação policial ou judicial na qual a autoridade peça informação sobre alguma fala ou fato conhecido de qualquer paciente, vivo ou morto, o Psicanalista só poderá informar, após a consulta a sua Sociedade e ao paciente, se vivo, e mesmo assim se tal informação trouxer benefício para o paciente ou sua família;
13- Em caso de pressão da autoridade para que seja revelado algum conteúdo que não venha a beneficiar ao paciente ou sua família, o Psicanalista terá que silenciar em nome da ética.

Direitos Profissionais:
Art. 8o. - São direitos do Psicanalista:
1- Recusar pacientes com patologia estrutural;
2- Recusar paciente não analisável;
3- Recusar paciente com patologia neurológica que inviabilize o tratamento psicanalítico;
4- Recusar conduzir qualquer processo de psicanálise, mesmo os não enquadrados nos itens anteriores ou que não firam leis ou normas desta Sociedade, mas que estão em desacordo com a sua consciência;
5- Recusar paciente que lhe esteja vinculado por laços de amizade ou parentesco;
6- À luz do contrato analítico, cobrar e receber remuneração justa pelos seus próprios serviços, sempre dentro da ética profissional;
7- Não fornecer, quando for o caso, o seu endereço e o seu telefone particular.

VII- Direitos do Paciente:

Art. 9º - São direitos do paciente:
1 – Direito de desconfiar do Psicanalista;
2 - Direito de escolher livremente o seu Psicanalista;
3 – Direito de em qualquer tempo, de modo unilateral, encerrar o tratamento;
4 - Direito de encerrar livremente, a resistência;
5 – Direito de exigir o cumprimento do contrato analítico, no que lhe diz respeito, na integra;
6 – Direito de não aceitar mudanças de horários, ao capricho do Psicanalista;
7 – Direito de falar ou de ficar calado no tempo que lhe pertence
8 – Direito de recibo pelos honorários honrados

quinta-feira, 29 de abril de 2010

COMPORTAMENTO COMPULSIVO, O QUE É E COMO TRATA-LO

Uma compulsão é caracterizada basicamente por um comportamento repetitivo que foge ao controle de seu portador e que, se impedido, provoca alto nível de ansiedade. A compulsão não pode ser confundida com a obsessão, que se refere a pensamentos repetitivos. As compulsões mais comuns estão ligadas ao consumo de álcool e drogas (lícitas ou ilícitas), alimentos, compras, sexo, jogo e trabalho.

Enquanto o consumo compulsivo de drogas é mais frequente em homens, outros hábitos podem ser mais frequentes entre as mulheres. Estudos mostram que o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC), uma das diversas possibilidades de manifestação de atos compulsivos, é menos encontrado em negros do que em brancos, embora não se saiba até onde a dificuldade de acesso aos sistemas de saúde pelos primeiros podem estar influenciando nas estatísticas.

Hoje em dia tem-se um leque maior de “objetos” que podem ser alvos de compulsão que não existiam no passado. Isso aliado, à cultura atual, pode colaborar para uma maior detecção de comportamentos compulsivos. É o caso do uso de máquinas (internet, jogos eletrônicos), bem como de exercícios físicos em academias. Fatores estressores de forma geral podem desencadear comportamentos compulsivos ou recidivar compulsões que estavam, até então, sob controle.

Pessoas com compulsões têm mais tendência a depressão, ansiedade e outros distúrbios de comportamento, Sim, existe o que chamamos de comorbidade, que é a coexistência de transtornos mentais. Embora nem toda pessoa com atos compulsivos desenvolva necessariamente algum outro transtorno mental, os compulsivos têm uma probabilidade maior de desenvolver ansiedade ou depressão, quando comparados a pessoas emocionalmente estáveis. O fator genético pode funcionar como predisponente, mas não como causa única de uma compulsão.
Para tratar, O ideal é associar medicamentos à psicoterapia. Sob o rótulo de “terapias alternativas” existe um número incalculável de procedimentos que fogem ao controle de estudos científicos.

O mecanismo psíquico chamado “negação” é muito comum como recurso de defesa que uma pessoa adota para não ter que se ver necessitando de ajuda psíquica. Não se fala em compulsões mais fáceis ou difíceis de tratamento, mas pessoas com maior ou menor disposição para se tratar. Não há como um tratamento funcionar quando não se tem um interesse do paciente em realizá-lo.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

RECOMEÇAR E SER FELIZ

NOSSA! Já estamos no começo de Janeiro de 2010, que espetaculo!
Bem, o ano está seguindo rota, e nós o que estamos fazendo?! Achou a pergunta dificil? Bem, posso imaginar a resposta. O fato é que todo dia é a possibilidade de um recomeço. Não espere muito das pessoas, pois pode ser que o ano acabe e você ainda esteja esperando por elas! Faça sua própria felicidade e nunca deixe de confiar em você mesmo. Se acha que ainda não é feliz, então procure agir como se fosse e consequentemente o será!
Lembre-se: Não ensine tudo que sabe, não diga tudo o que ouviu, não confie em tudo o que dizem! Seja sempre gentil com as pessoas, aquelas que você já conhece e aquelas que você encontra na rua, pois nunca se sabe quando irá precisar delas! Saiba que a pessoa mais importante na sua vida é aquela que está ao seu lado nesse momento pois se você passar mal é ela quem vai ti socorrer...
Pare de reclamar e vá em busca de seus objetivos, afinal ainda temos 11 messes desse ano para você conseguir o que está buscando.
Boa sorte!

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

COMO VENCER OS DESAFIOS E TER MUITAS CONQUISTAS NESSE ANO DE 2010

Muitas pessoas me procuram anciosas na expectativa de saberem  como farão para conseguir ser mais feliz nesse ano de 2010. É incrivel como pessoas diferentes em lugares diferentes, na maioria das vezes obtem desejos indenticos. Mas, eis o cume da questão, o segredo do sucesso está em saber se o que você busca é apenas um desejo ou é um sonho.
Há uma diferença significativa entre desejos e sonhos. Os desejos são bons mas não resistem aos ventavais, logo dificilmente você consegue realiza-los. Já os sonhos eles ti motivam, eles resistem aos caos e lhe dá a força necessaria para vencer as dificuldades.
Grandes vencedores e idolos que conhecemos tais como Bill Gates, Sócrates, Confúcio e muitos outros tiveram grandes projetos porque viveram grandes sonhos.
Para sonhar é necessario que a pessoa consiga reescrever sua história, é necessario que se supere os traumas, afinal esse é um dos segredos da psicologia. Portanto não tenha medo da dor, tenha medo de não enfrenta-la, critica-la. Você sabia que somos tão criativos que quando não temos problemas nós os inventamos?! Pois é, alguns são especialistas em sofrer por coisas que eles mesmos inventaram.
Não tenta ser uma pessoa perfeita. Qualquer pessoa que quer ser perfeita demais estará apta para ser um computador, mas não uma pessoa completa. Todas as pessoas muito racionais amam menos e sonham pouco. Os sensiveis sofrem mais, mas amam mais e sonham mais. Não tenha medo de amar quantas vezes for preciso. Supere seus traumas, vá em busca de seus sonhos. Não tenha medo do desconhecido.
Para finalizar deixo as palavras de Augusto Cury: "Quem quer atingir a excelencia nos seus estudos, nas relações afetivas e na sua profissão precisa libertar a criatividade para ser um sonhador e libertar a coragem para ser um empreendedor... Todos deveriamos em algum momento da existencia questionar nossas vidas e analisar pelo o que estamos lutando. Quem não consegue fazer esse questionamento será sempre servo do sistema, viverá para trabalhar, cumprir obrigações profissionais e apenas sobreviver. Por fim sucumbirá no vazio..."

SUCESSO A VOCÊ QUE ACABA DE LER ESSA MATÉRIA... UM FORTE ABRAÇO.

domingo, 27 de dezembro de 2009

UM RELACIONAMENTO SE ACABA MAS AINDA PODEMOS AMAR MUITAS VEZES

Dizem que as mulheres se casam imaginando que vão mudar os homens; os homens se casam acreditando que as mulheres não vão mudar. Mas a verdade é que as coisas mudam, mas as pessoas, não. Por que, então, esses dois insistiram tanto tempo e esforço no amor? Porque é da natureza humana. Porque é da inevitável e desumana natureza humana.

Ao contrário do que dizem os poetas, amor acaba, sim. Não há nada de romântico nisso, apenas uma verdade pragmática e palpável. Se você tem apenas um copo d'água para beber, é bom saciar a sede antes do copo ficar vazio. Às vezes apenas esse copo é suficiente, mas há ocasiões em que nem todos os mares do mundo podem acalmar seu coração.
Quando o amor acaba, o monstro que estava escondido debaixo do tapete da sala acorda e domina rapidamente o apartamento. Frases que nunca deveriam ter sido sequer pensadas são pronunciadas com a determinação dos carrascos. Não se pode atravessar uma ponte que foi queimada; com as palavras acontece a mesma coisa.
Agora os dois se olham e sabem que não têm mais o que fazer. Dentro deles há uma dor contínua, uma tristeza que sai pelos olhos. Os dois corações estão vazios, porque no lugar daquele amor todo agora não existe nada. E a vida segue assim, imperfeita, no entanto de uma forma nada diferente das outras pessoas.
O fato é que se um relacionamento não deu certo, é necessario que a pessoa procure forças para recomeçar com outro alguem e amar quantas vezes for preciso!

AMIGOS PODEM COMENTATAR SE QUISER E SE TIVER ALGUMA PERGUNTA É SÓ ENVIAR UM E-MAIL PARA: josiane.barbivc@yahoo.com.br