Como o MMA ainda é um esporte recente e passível de interpretações, as comissões de boxe norte-americanas - ainda as responsáveis diretas por permissões e sanções sobre o assunto -, realizam reuniões anuais para discutir a reciclagem de regras e regulamentos.
No encontro mais recente, foram modificados pontos importantes no desenrolar do combate, que podem transformar diretamente o caráter interpretativo dos árbitros e a dinâmica dos combates. Leia abaixo as novas medidas, que devem passar a vigorar em breve.
Defesa não será mais critério para julgamento
O peso subjetivo neste quesito se dá pelo fato da proteção funcionar como algo natural e que possa manter a luta ativa por mais tempo. Como o MMA é uma modalidade de ataques por essência, a defesa tem de ser tratada apenas como obrigação para todos os atletas.
Golpes em pé e jogo de chão terão a mesma importância
Pela nova regra, o padrão de solo não poderá mais ser considerado fator secundário e terá o mesmo peso do 'striking' (golpes em pé), anteriormente mais valorizado por proporcionar mais emoção e plasticidade às disputas. A medida visa equivaler o conceito híbrido natural da modalidade. Para as comissões, a boa desenvoltura no chão requer o mesmo nível de especialização e atleticismo que os golpes em pé. Portanto, não pode haver diferença.
O termo 'dano' será substituído por 'efetividade'
Aqui, uma definição mais calcada no bom senso, para amenizar o tom depreciativo da palavra e também deixar claro as intenções. A eficiência dos movimentos será basicamente avaliada em pé (em sequências e golpes lícitos usados para pontuar ou nocautear) e no solo (com progressões de vantagens e tentativas de finalização).
*** No geral, certamente há muito ainda o que se falar... e provar com as novas diretrizes. Uma chave ou estrangulamento quase encaixados valerá o mesmo que um knockdown? Se efetividade será sempre valorizada, os lutadores 'pontuadores' ou 'amarrões' de plantão serão favorecidos? Logo saberemos o desfecho.
No encontro mais recente, foram modificados pontos importantes no desenrolar do combate, que podem transformar diretamente o caráter interpretativo dos árbitros e a dinâmica dos combates. Leia abaixo as novas medidas, que devem passar a vigorar em breve.
Defesa não será mais critério para julgamento
O peso subjetivo neste quesito se dá pelo fato da proteção funcionar como algo natural e que possa manter a luta ativa por mais tempo. Como o MMA é uma modalidade de ataques por essência, a defesa tem de ser tratada apenas como obrigação para todos os atletas.
Golpes em pé e jogo de chão terão a mesma importância
Pela nova regra, o padrão de solo não poderá mais ser considerado fator secundário e terá o mesmo peso do 'striking' (golpes em pé), anteriormente mais valorizado por proporcionar mais emoção e plasticidade às disputas. A medida visa equivaler o conceito híbrido natural da modalidade. Para as comissões, a boa desenvoltura no chão requer o mesmo nível de especialização e atleticismo que os golpes em pé. Portanto, não pode haver diferença.
O termo 'dano' será substituído por 'efetividade'
Aqui, uma definição mais calcada no bom senso, para amenizar o tom depreciativo da palavra e também deixar claro as intenções. A eficiência dos movimentos será basicamente avaliada em pé (em sequências e golpes lícitos usados para pontuar ou nocautear) e no solo (com progressões de vantagens e tentativas de finalização).
*** No geral, certamente há muito ainda o que se falar... e provar com as novas diretrizes. Uma chave ou estrangulamento quase encaixados valerá o mesmo que um knockdown? Se efetividade será sempre valorizada, os lutadores 'pontuadores' ou 'amarrões' de plantão serão favorecidos? Logo saberemos o desfecho.
com informações: Yahoo Brasil


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