Há algum tempo, as escolas de Ensino Médio já perceberam a importância de oferecer em sua grade curricular a disciplina educação financeira. Os pais, por outro lado, podem ficar na dúvida sobre a real necessidade de matricular seus filhos em uma instituição que aborde durante as aulas o tema finanças pessoais.
Muitas vezes essa dúvida existe, pois os pais acreditam serem capazes de ensinar seus filhos sobre temas como despesas, economia doméstica e investimentos. No entanto, para o professor de educação financeira do Augusto Laranja, Igor Golinelli, nas aulas, o assunto é passado de uma forma sistematizada.
Consciência sobre o dinheiro
Dessa forma, o jovem aprende desde conceitos básicos de economia até formas de fazer seu dinheiro render. Nem sempre os próprios pais têm condições de explicar como funciona o universo financeiro e acabam abordando o assunto de forma errada.
Na prática, o adolescente precisa entender por que ele não pode comprar um determinado objeto e não simplesmente ter seu pedido recusado. Nas aulas, ao aprender como funciona um orçamento doméstico, o jovem começa a ter mais consciência sobre as finanças.
De acordo com a coordenadora pedagógica do colégio Santa Amália, Teresinha Kiataqui, esse tipo de disciplina é um “complemento ao trabalho dos pais”. É vantajoso também, pois nas escolas os jovens podem trocar experiências com outros jovens, praticar o que é ensinado e simular investimentos sempre com a supervisão de especialistas.
Troca de experiências
De acordo com Teresinha, essa interação e troca de experiências são muito positivas para o aprendizado. “Ele [aluno] consegue ver o quanto o outro conseguiu poupar, e o quanto ele conseguiu. Com isso, começa a lidar de uma forma diferente com o dinheiro”, diz. Já no ambiente familiar essa troca de experiências é um pouco mais restrita.
Além disso, por mais que os pais saibam como administrar seu orçamento, eles nem sempre têm condições de convencer seus filhos a dar atenção ao assunto. Nas escolas, longe da influência familiar, ele vê o assunto com outra perspectiva. Isso “facilita o trabalho dos pais”, diz Teresinha.
De acordo com o professor, os pais também devem avaliar muito bem a escola onde pretendem matricular seus filhos. Apenas oferecer a disciplina não é garantia de qualidade. É interessante saber mais sobre a proposta pedagógica do curso e o que a escola oferece além dele.
Por exemplo, observar se a escola exige algum tipo de trabalho de conclusão, e, caso afirmativo, veja se é possível ter acesso aos trabalhos das turmas anteriores para avaliar o que foi feito. Veja quais os temas que serão estudados durante o ano, se há visitas a instituições e realização de palestras.
As escolas normalmente levam os adolescentes à BM&FBovespa, trazem profissionais de mercado, inclusive que falam sobre empreendedorismo. De acordo com Golinelli e Teresinha, é recomendável que o jovem comece a ter esse tipo de aula durante o Ensino Médio. “É o momento em que eles estão se tornando mais autônomos em vários aspectos”, diz Teresinha.
Além disso, já estão maduros para entender sobre dinheiro e simular investimentos, por exemplo. “É uma idade em que eles têm certo discernimento sobre essas questões”, avalia Golinelli.
Muitas vezes essa dúvida existe, pois os pais acreditam serem capazes de ensinar seus filhos sobre temas como despesas, economia doméstica e investimentos. No entanto, para o professor de educação financeira do Augusto Laranja, Igor Golinelli, nas aulas, o assunto é passado de uma forma sistematizada.
Consciência sobre o dinheiro
Dessa forma, o jovem aprende desde conceitos básicos de economia até formas de fazer seu dinheiro render. Nem sempre os próprios pais têm condições de explicar como funciona o universo financeiro e acabam abordando o assunto de forma errada.
Na prática, o adolescente precisa entender por que ele não pode comprar um determinado objeto e não simplesmente ter seu pedido recusado. Nas aulas, ao aprender como funciona um orçamento doméstico, o jovem começa a ter mais consciência sobre as finanças.
De acordo com a coordenadora pedagógica do colégio Santa Amália, Teresinha Kiataqui, esse tipo de disciplina é um “complemento ao trabalho dos pais”. É vantajoso também, pois nas escolas os jovens podem trocar experiências com outros jovens, praticar o que é ensinado e simular investimentos sempre com a supervisão de especialistas.
Troca de experiências
De acordo com Teresinha, essa interação e troca de experiências são muito positivas para o aprendizado. “Ele [aluno] consegue ver o quanto o outro conseguiu poupar, e o quanto ele conseguiu. Com isso, começa a lidar de uma forma diferente com o dinheiro”, diz. Já no ambiente familiar essa troca de experiências é um pouco mais restrita.
Além disso, por mais que os pais saibam como administrar seu orçamento, eles nem sempre têm condições de convencer seus filhos a dar atenção ao assunto. Nas escolas, longe da influência familiar, ele vê o assunto com outra perspectiva. Isso “facilita o trabalho dos pais”, diz Teresinha.
De acordo com o professor, os pais também devem avaliar muito bem a escola onde pretendem matricular seus filhos. Apenas oferecer a disciplina não é garantia de qualidade. É interessante saber mais sobre a proposta pedagógica do curso e o que a escola oferece além dele.
Por exemplo, observar se a escola exige algum tipo de trabalho de conclusão, e, caso afirmativo, veja se é possível ter acesso aos trabalhos das turmas anteriores para avaliar o que foi feito. Veja quais os temas que serão estudados durante o ano, se há visitas a instituições e realização de palestras.
As escolas normalmente levam os adolescentes à BM&FBovespa, trazem profissionais de mercado, inclusive que falam sobre empreendedorismo. De acordo com Golinelli e Teresinha, é recomendável que o jovem comece a ter esse tipo de aula durante o Ensino Médio. “É o momento em que eles estão se tornando mais autônomos em vários aspectos”, diz Teresinha.
Além disso, já estão maduros para entender sobre dinheiro e simular investimentos, por exemplo. “É uma idade em que eles têm certo discernimento sobre essas questões”, avalia Golinelli.

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